O professor do menino que se tornaria santo estava morrendo afastado de Deus. E ninguém ousava entrar naquela casa.

Pietrelcina, interior da Itália. Uma cidade pequena, de casas brancas e ruas de pedra, onde todo mundo se conhece.
Num desses casarões, um homem agonizava.
Não era qualquer homem. Era Domenico Tizzani, o professor que havia ensinado o menino Francesco Forgione a ler e a escrever. O mesmo menino que o mundo conheceria décadas depois como Padre Pio.
Mas naquele momento, ninguém queria entrar naquela casa.
Porque Domenico não estava morrendo em paz. Estava blasfemando.
O Pecado de Quem Deveria Saber Mais
Domenico Tizzani havia sido padre.
Celebrou a Santa Missa. Ouviu confissões. Absolveu pecados em nome de Jesus Cristo. Conhecia a doutrina, conhecia os sacramentos, conhecia o peso daquilo que carregava.
E depois renegou tudo.
Abandonou o ministério sacerdotal para viver com uma mulher que havia sido sua penitente. Foi excomungado pela Igreja. Mergulhou na blasfêmia.
Agora, no leito de morte, a raiva e o desespero saíam de sua boca como veneno.
Muitos já davam aquela alma como perdida. O próprio Tizzani parecia confirmar essa sentença com cada palavra que pronunciava.
A vizinhança afastava-se. A família tremia. E o tempo corria.
Padre Pio Estava Passando Pela Rua
Foi então que o jovem frade, já ordenado sacerdote, passou em frente àquela casa.
Ele conhecia bem aquele homem. Fora Tizzani quem o havia ensinado a soletrar as primeiras palavras, a traçar as primeiras letras. Uma dívida antiga, de aluno para mestre.
Padre Pio não hesitou.
Subiu correndo as escadas. Entrou no quarto onde ninguém queria entrar. Ajoelhou-se ao lado daquela cama.
E ouviu a confissão de Domenico Tizzani.
Não sabemos o que foi dito naquele quarto. O sigilo sacramental é absoluto. Mas sabemos o que aconteceu depois: Padre Pio concedeu a absolvição. Domenico Tizzani, que havia vivido em escândalo e morrido blasfemando, reconciliou-se com Deus.
Poucos dias depois, morreu em paz.
A Frase que Padre Pio Deixou Escrita
No dia de sua primeira Missa, ainda jovem sacerdote, Padre Pio escreveu de próprio punho na sua lembrança eucarística estas palavras:
“Ser, para o mundo, caminho, verdade e vida.”
Desde o primeiro dia de sacerdócio, ele já se entendia como instrumento de resgate. Não de quem merecia ser resgatado, mas de quem mais precisava ser resgatado.
Tizzani não merecia. Mas precisava.
E Padre Pio foi.
“Se Levantei uma Alma, Não a Deixarei Cair de Novo”
Ele mesmo disse: “Se alguma vez levantei uma alma, pode ficar tranquila, que não a deixarei cair de novo.”
Padre Pio sabia o que estava prometendo. A intercessão de um santo não tem prazo de validade. A misericórdia de Nosso Senhor Jesus Cristo não se esgota na hora da conversão. A proteção continua, no tempo e na eternidade.
Foi assim com Tizzani. E pode ser assim com qualquer alma que se confie à sua guarda.
O que Este Episódio Nos Diz
Tizzani era sacerdote. Celebrou Missas. Absolveu pecados em nome de Cristo. Conhecia a doutrina melhor do que a maioria dos fiéis que nunca caíram como ele caiu.
E quase morreu fora de Deus.
Ninguém pode olhar para essa história e se sentir seguro por ser católico, por rezar às vezes, por ir à Missa de vez em quando. A queda de Tizzani não foi a queda de um ignorante. Foi a queda de alguém que sabia.
A alma precisa de proteção concreta. De intercessão real. De um elo espiritual que a segure quando ela própria não tem forças para se segurar.
Tizzani tinha um elo. Havia ensinado o menino que se tornaria Padre Pio. E esse elo, na hora da morte, foi suficiente para que o santo não passasse em frente.
Que elo você tem?
A Proteção que Padre Pio Oferece
Quem se torna Filho Protegido do Padre Pio coloca seu nome e suas intenções sob a intercessão de um santo que passou a vida inteira correndo em direção às almas que os outros julgavam perdidas.
Seu nome é incluído em mais de 130 Santas Missas por ano. Seus pedidos são levados a San Giovanni Rotondo, junto ao túmulo de Padre Pio.
É a mesma proteção que alcançou Tizzani. Concreta, real, sem prazo de validade.
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São Pio de Pietrelcina, rogai por nós.




