Um menino tranquilo, numa família Católica

O jovem Francesco Forgione (futuro Padre Pio) não era agitado. Ao contrário,  um garoto tranquilo que preferia olhar imagens de santos durante horas, em vez de brincar com seus companheiros.

“Eu não quero ir com eles”, disse ele, “porque  são blasfemadores”.

Não seria a Mama Pepa, sua mãe que o contrariaria, pois ela sabia muito bem que seu filho mais novo era diferente de seus outros filhos.

Ela nunca teve que castigá-lo ou levantar a mão para ele.

Francesco passava horas sentado à porta da igreja, esperando as portas serem abertas. Ele gostava, todas as manhãs e todas as noites, de “visitar Gesù e a Madonna”, como dizia.

Quando se ausentava, sua mãe nunca ficava preocupada, pois ela sempre sabia onde encontrá-lo.

A religião era respiração diária da da família Forgione, da mesma forma que as grandes festas religiosas pontuavam a vida de família.

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