A arma mais poderosa para resgatar as almas do Purgatório

Por que a Santa Missa supera qualquer oração ou sacrifício quando se trata de aliviar os sofrimentos dos falecidos.

Existem muitas formas que a Igreja recomenda de ajudar as almas daqueles que partiram.

Rezar o terço, oferecer penitências, praticar obras de misericórdia… são algumas delas.

Tudo isso tem valor e eficácia. Contudo, há algo que supera todas essas práticas juntas: a Missa.

A Santa Missa, com efeito, é a chave de ouro do Céu para abrir as portas do Purgatório.

Mas por quê? Porque a Missa é a renovação incruenta do Santo Sacrifício de Jesus no Calvário.

Justamente por isso, ela tem um poder libertador que nem mesmo anos de oração ininterrupta possuem.

Se você deseja agir de forma concreta por essas almas, inscreva-se na Liga de Resgate das Almas do Purgatório e comece hoje a oferecer Missas por elas.

O Memento dos Mortos: Intercedendo pelos Falecidos

Durante a Missa, a Igreja inseriu na oração eucarística um momento único: o memento dos mortos.

Nesse momento, o sacerdote agindo in persona Christi pede, com imensa autoridade espiritual, graças e misericórdia para as almas que já não podem ajudar a si mesmas e aplica sobre elas o poder libertador do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor.

Por isso, a Missa é a melhor, a mais eficaz e a mais rápida maneira de aliviar – e até libertar – os nossos entes falecidos de seus sofrimentos no Purgatório.

Não se trata de uma opinião piedosa, mas de uma certeza fundada na Tradição e na Revelação.

A escada que une a Terra e o Céu

Essa verdade foi contemplada, por exemplo, por São Bernardo de Claraval, doutor da Igreja, enquanto ele celebrava a Missa em uma igreja de Roma.

O Santo Doutor caiu em êxtase e diante de seus olhos, surgiu uma escada que ia da terra ao céu.

Por aquela escada, os anjos conduziam almas libertadas do Purgatório. Cada degrau correspondia a uma Santa Missa oferecida em sufrágio.

Dessa forma, São Bernardo compreendeu que Deus lhe revelava não haver nenhuma outra prece que suba tão rápido e de maneira tão poderosa ao trono de Deus quanto o Santo Sacrifício.

Podemos, de fato, duvidar do valor de nossas orações, sacrifícios e obras de caridade, tantas vezes frias ou feitas em meio à distração.

Mas da eficácia do Sacrifício de Nosso Senhor, no qual se oferece o próprio Sangue de Jesus pelas almas, que dúvida podemos ter?

A promessa esquecida do Beato Henrique Suso

Um episódio marcante, acontecido na vida de um santo dominicano confirma essa doutrina.

O Bem-Aventurado Henrique Suso, religioso dominicano que viveu no século XIV, teve frequentes visões das almas do Purgatório, assim como acontecia com o Santo Padre Pio.

Certo dia, ele fez com um amigo íntimo a seguinte promessa: aquele que morresse primeiro teria Missas por sua alma durante um ano inteiro.

Passados alguns anos, o amigo com quem Suso havia feito esse pacto santo, faleceu.

Henrique Suso rezou muito pedindo libertação da alma deste amigo, fez penitências rigorosas, mas esqueceu-se de que havia prometido mandar celebrar missas nessa intenção.

Eis que, certa noite, a alma do amigo falecido lhe apareceu gemendo de dor e se queixou com amargura:

— Ah… já te esqueceste de mim…

Henrique Suso respondeu, surpreso:

— Não, meu amigo, não cesso de rezar pela tua alma desde que morreste.

O amigo, porém, insistiu:

— Ó, mas isto não me basta… não basta!

Diante da angústia da alma do amigo, Frei Suso perguntou:

— O que te falta? Tenho rezado tanto…

A resposta foi direta e cortante:

— Falta-me, para apagar as chamas que me abrasam, o Sangue de Jesus Cristo derramado sobre mim.

Nesse momento, Henrique Suso lembrou-se da promessa, mas também recebeu uma lição. Ele havia rezado e feito penitências, tudo isso era bom, mas insuficiente.

Nada, absolutamente nada, é mais eficaz que o Santo Sacrifício de Cristo aplicado sobre uma alma no Purgatório.

Libertação operada pela Santa Missa

Imediatamente, Henrique Suso mandou celebrar várias Missas pela alma do amigo, cumprindo a promessa feita outrora.

Pouco tempo depois, a alma do falecido lhe apareceu novamente. Agora luminosa, glorificada, radiante de alegria e disse:

— Meu querido amigo, mil vezes agradecido! Graças ao Sangue de Jesus Cristo Salvador, estou livre das chamas expiadoras. Subo ao céu e nunca te esquecerei.

E quantas almas, neste exato momento, repetem esse mesmo clamor em silêncio… esperando que alguém se lembre delas?

Entre agora para a Liga de Resgate das Almas do Purgatório e não deixe que essas almas continuem esquecidas.

A Santa Missa traz alívio eficaz

Essa história, portanto, revela uma verdade que jamais deveríamos esquecer.

A cada Missa, conforme ensina São Jerônimo, muitas almas são libertadas do Purgatório.

E mais: as que ainda permanecem lá não sofrem tormento algum durante a celebração que lhes é aplicada.

Ou seja, ainda que a Missa não alcance a libertação imediata, ela proporciona um alívio real e poderoso.

Por isso, não percamos tempo. Ofereçamos, com frequência, o Santo Sacrifício pelos nossos queridos mortos.

Afinal, eles contam conosco e a Igreja nos dá a arma mais certeira de todas: o próprio Sacrifício de Cristo renovado sobre o altar.

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