Quando Carlo Ancelotti anunciou ontem a convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, o Brasil inteiro falou dos 26 nomes da lista. Mas há um nome que não aparece na lista, que não vai ao banco de reservas e que não concede entrevistas. E é exatamente esse que Ancelotti carrega mais perto do coração

Santo Padre Pio de Pietrelcina vai à Copa.
A devoção do técnico italiano a esse santo capuchinho é pública e antiga. Começou nos tempos em que treinava a Juventus, quando um amigo o levou até Pietrelcina.
Ali algo mudou para sempre. Desde então, todo ano Ancelotti peregrina até San Giovanni Rotondo, na Itália, para rezar e agradecer diante do túmulo do santo dos estigmas.
Em entrevista ao jornal italiano Avvenire, ele foi direto: “Sou cristão. Nos últimos anos, graças a uma pessoa, me aproximei muito do Padre Pio. Ele realizou milagres, e me emociono com a vida dele.”
E rezava até do banco de reservas. Mas deixou claro, com a humildade que o caracteriza: “Rezo por motivos pessoais, não pelo futebol. Acho que Deus tem coisas mais importantes para fazer.”
A CBF e a Nike souberam disso. No presente de boas-vindas ao técnico, um escapulário com a imagem de São Padre Pio. Uma ponte entre a espiritualidade de Zagallo, devoto de Santo Antonio, e a de Ancelotti. Dois técnicos, dois santos, a mesma fé.
Para quem ainda não conhece São Padre Pio: nasceu em 1887 na Itália, foi o primeiro sacerdote estigmatizado da história da Igreja, carregou as chagas de Cristo no próprio corpo por 50 anos e foi canonizado em 2002.
Homem de oração profunda, do confessionário e da Santa Missa, ele dizia: “Reza, confia e não te preocupes.”
A presença de Ancelotti na Seleção acende uma luz interessante para todos nós, membros da Regina Fidei.
Um dos homens mais vitoriosos do futebol mundial encontrou no santo dos estigmas o chão firme para a sua vida.
No meio do barulho, da pressão, das câmeras e dos contratos milionários, ele reza. Ele peregrina. Ele confia.
E você, a quem recorre nas suas horas mais difíceis?




