O respeito do Padre Pio pelos donativos que recebia para o hospital. Sua incrível gratidão.

Durante a construção do Hospital do Padre Pio, foi estabelecido um “fundo para o Hospital” e, imediatamente, começaram a chegar doações das procedências mais inesperadas.

Há muitas histórias sobre como aquele dinheiro aparecia. Por mais que pudesse parecer totalmente contra as leis da probabilidade, o dinheiro chegava sempre a tempo de fazer frente às necessidades do momento.

Como muitas outras instituições de caridade semelhantes, o Hospital cresceu sobre a fé. Mas a fé sem boas obras é ineficaz; e se Padre Pio fornecia a fé e o potencial, Dr. Gugliemo Sanguinetti estava lá para cuidar das obras.

Padre Pio insistia em que as somas de dinheiro que chegavam em abundância eram sagradas. Algumas doações eram de quantias altas, várias eram doações moderadas e a maior parte vinha do óbolo da viúva, oferecido pelos pobres.

As bases do “Fundo para o Hospital” tinham sido lançadas por Emanuele Brunatto, um dos mais antigos devotos de Padre Pio. Barbara Ward (atual Lady Jackson), escritora e economista católica inglesa, muito fez por essa causa; e através de sua iniciativa e de seu espírito empreendedor, foi obtida uma contribuição inicial substancial, em memória de Fiorello La Guardia, ex-prefeito de Nova Iorque.

O “Fundo para os Doentes Pobres” adotou o nome de um pobre trabalhador italiano expatriado, Mario Gambino, cuja modesta contribuição Padre Pio sabia quanto sacrifício havia custado.

Uma oferta famosa foi aquela de uma pequena nota de 50 liras.

Padre Pio a mantinha no bolso de seu hábito e a mostrava, algumas vezes com lágrimas nos olhos, quando contava sua história.

A nota fora oferecida por uma pobre viúva da região e a princípio Padre Pio tinha recusado a oferta, dizendo que ela não tinha condições de fazer contribuições e que não se esperava isso dela.

A viúva insistiu. dizendo que podia fazer pequenas economias, por exemplo, não comprando fósforos e obtendo fogo de seus vizinhos para acender seu fogão e sua lamparina. Quando ainda assim Padre Pio recusou. ela disse resignadamente:

Entendo, Padre. Suponho que essa quantia seja muito pequena!

Foi ai que Padre Pio comoveu-se pela primeira vez.

Devolva-me a nota! -ele respondeu Devolva-me, imediatamente! É a doação mais generosa que já recebi até agora!

E assim, a pequena nota tornou-se um símbolo, um lembrete para aqueles que colaboravam com Padre Pio na construção do Hospital, do cuidado e do respeito com que os fundos disponíveis deviam ser tratados.

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