Você Está Sofrendo… E Procurando Alívio no Lugar Errado

Por que a oração (e não alguma técnica humana) é o mais poderoso alívio para sofrimentos e tristezas.

Hoje em dia, multiplicam-se os métodos humanos para aliviar sofrimentos e tristezas. São técnicas, terapias e inúmeras fórmulas que prometem conforto imediato.

Contudo, sem negar sua utilidade, é preciso reconhecer que a sabedoria bimilenar da Santa Igreja já oferecia (e ainda oferece) um remédio espiritual eficaz e sem contraindicações.

Um conselho antigo, mas surpreendentemente atual, pode ser encontrado no clássico ‘Manual do Cristão’, de Leonard Goffiné, um cônego premonstratense alemão que viveu no século XVII.

Trata-se de uma obra que, como recordava o Papa Bento XVI, alimentou a vida espiritual de gerações inteiras de fiéis.

Ali, encontramos uma orientação que infelizmente tornou-se exigente para quem se acostumou a buscar respostas apenas na sabedoria humana: a oração.

A força da oração em meio à dor e o sofrimento

Para o coração angustiado, para o ânimo abatido, para as trevas do espírito, não há recurso mais eficaz do que a oração feita com confiança.

Isso porque ninguém nos ama como Deus, que entregou o próprio Filho para nossa salvação, e ninguém pode nos socorrer com igual poder, pois Ele é o Criador de todas as coisas.

Diante disso, impõe-se uma reflexão: que valem todas as humanas consolações em vista das que Deus, fiel em suas promessas, derrama no coração de quem clama Seu socorro?

E, ainda assim, quantas vezes se recorre a tudo: distrações, divertimentos, remédios, mas não se recorre a Ele?

A Sagrada Escritura está repleta de exemplos concretos dessa verdade. Em momentos de extrema aflição, homens e mulheres recorreram a Deus e encontraram consolo.

Ana, a mãe do profeta Samuel, em sua dor suplicou e foi atendida. O santo rei Davi, perseguido por seu filho Absalão, fez da oração sua fortaleza.

Também o piedoso rei Ezequias, cercado pelo gigantesco exército da poderosa Assíria, confiou na intervenção divina e viu milhares de homens serem dizimados pelos anjos.

E a casta Suzana, injustamente acusada de adultério, encontrou em Deus Nosso Senhor um poderoso defensor.

Não foi a ausência de sofrimento que os salvou, mas o fato de se voltarem para Deus no meio dele e O invocarem pela oração confiante.

Além destes, muitos outros personagens do Antigo Testamento encontraram em Deus amparo e consolação.

O testemunho dos Apóstolos e de um santo brasileiro

Se no Antigo Testamento encontramos exemplos vivos, no Novo Testamento os apóstolos recomendam a oração de maneira veemente.

São Tiago é direto: Está triste algum de vós? Ore! (Tg 5,13). Já São Paulo exorta: De nada vos inquieteis. Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças (Fp 4,6), convidando a abandonar a ansiedade excessiva e a confiar na Providência divina.

Essa confiança não é ingênua, mas profundamente enraizada na certeza de que Deus cuida até dos menores seres. Como, então, abandonaria aqueles que chama de filhos?

Essa verdade foi vivida de forma exemplar pelo Servo de Deus Dom Vital Maria de Oliveira, bispo brasileiro que era capuchinho como o Santo Padre Pio.

Perseguido pelo Senado Brasileiro e punido injustamente pelo Imperador Dom Pedro II que, não querendo desagradar aos maçons, encarcerou-o na Fortaleza de São João, no Rio de Janeiro.

De sua prisão, ele escreveu palavras que ecoam até hoje com impressionante atualidade:

“A oração é o desabafo do coração amargurado, o gemido da alma angustiada, o grito da consciência oprimida. A oração é a voz da criatura frágil elevando-se à Onipotência de seu Criador; é a súplica do filho indigente implorando o auxílio do Pai infinitamente rico e generoso…”

Este bispo santo e corajoso, encontrou na oração não apenas consolo, mas sustento e estímulo para permanecer firme em seu combate pela verdade.

Um remédio sempre eficaz e atual

Em um mundo marcado pela pressa, pelo ruído e pela busca incessante de soluções imediatas, a oração pode parecer um recurso simples demais para ser eficaz.

No entanto, essa é uma percepção equivocada, porque a oração atinge a raiz da alma como nenhuma outra alternativa.

Primeiro, porque a oração recoloca o homem em seu lugar diante de Deus. Depois, porque abre o coração à graça, permitindo que a consolação divina atue onde nenhum método humano alcança.

Por fim, porque fortalece a esperança, mesmo quando as circunstâncias externas permanecem difíceis.

Diante de tantas propostas contemporâneas para lidar com o sofrimento, talvez seja hora de redescobrir aquilo que nunca deixou de funcionar.

A oração não elimina automaticamente todas as dores, mas ilumina o sentido delas, fortalece a alma e concede uma paz que o mundo não pode dar.

E, quando a dor aperta, peça ajuda do céu para não abandonar a Deus nesse momento.

Clique aqui e entre para os Filhos Protegidos do Padre Pio. Tenha ao seu lado um santo que ajudará você quando a oração se torna desafio.

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