Um confessor singular


Sim. Padre Pio deve ser visto pelos sacerdotes como ponto de referência exemplar. 

E não só como ministro do sacramento da Reconciliação. 

Padre Pellegrino Funicelli numa conferência realizada em S. Giovanni Rotondo, depois da morte do Padre, diz textualmente: 

– Durante um recreio no jardim, falava-se um dia da missão dos santos enviados por Deus na terra. E dizia-se: “ O fulano veio para isto, o sicrano para isso “. 

Padre Pio escutava e participava. 

Depois, tendo a conversa se afastado do tema, o Santo parecia abstrato e fechado em seus pensamentos. A uma certa altura Maria Sanvico disse-lhe: 

“Então, Padre, cada homem, e não apenas os santos, vem a este mundo para cumprir uma missão. E o senhor, para qual missão veio ?”

E Padre Pio respondeu: “Vim para os sacerdotes”. 

E sempre ao mesmo padre escreve: “Vós compreendeis o cruel martírio que é para esta alma ver as grandes ofensas que nestes tristíssimos tempos fazem os filhos dos homens”.  

Se esse comentário ele fazia há mais de meio século, imagine como um bom sacerdote, que cumprisse hoje sua missão de confessar almas, sofreria esse cruel martírio.

Será por isso que os confessionários estão desaparecendo das Igrejas e as almas estão cada vez mais escravas de Satanás?

(fonte: Livro “O PADRE SÃO PIO DE PIETRELCINA – A MISSÃO DE SALVAR AS ALMAS TESTEMUNHOS” – Pe. MARCELLINO IASENZANIRO)

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