Série Milagres: Como Padre Pio converteu até um inimigo da Igreja Católica

O advogado Cesare Festa, prefeito de Arenzano, pertencente à Província de Gênova, na Itália, era membro de uma sociedade secreta anticlerical. Seu primo, o Dr. Giorgio Festa, tinha tentado convertê-lo várias vezes, mas em vão.

Numa ocasião, enquanto discutiam, falaram do Padre Pio. No final da polêmica, o advogado Cesare Festa ficou curioso para saber quem era esse personagem do qual se contavam tantas maravilhas, e decidiu viajar a San Giovanni Rotondo.

Ao entrar no convento achou um grupo de sacerdotes estrangeiros que seriam apresentados ao Padre Pio, e se colocou no meio deles. Mas o Padre Pio, tomando a iniciativa, avançou em direção ao grupo, fez um ligeiro aceno de saudação e lhes disse:

“Senhores, este aqui é membro de uma seita que persegue a Igreja”.

O sujeito, completamente desconcertado, pensou: “mas como soube se não tive tempo de me apresentar e de lhe dizer meu nome?”. E enquanto ainda estava meio atordoado, o Padre Pio, com muito tato e muita doçura o segurou pela mão, o levou a parte, o observou com olhos piedosos, lhe falou longamente sobre a misericórdia infinita de Deus e lhe contou a parábola do filho pródigo.

Quando chegou a parte em que o filho pródigo disse: “eu me levantarei e retornarei à casa paterna”, o sectário começou a soluçar, enquanto a mão estigmatizada do Padre Pio pousava sobre sua cabeça, como só uma mãe sabe colocá-la sobre a cabeça de seus filhos.

O homem acabou se confessando. Depois comungou. E depois quis pública e oficialmente renunciar à sociedade secreta. Mas o Padre Pio com sensatez lhe sugeriu aguardar um pouco, porque no momento oportuno o Senhor lhe indicaria o modo de fazer essa renúncia.

Cesare Festa voltou então a Gênova. Daí a certo tempo foi para Roma, onde se encontrou com seu primo Giorgio. No meio da conversa, Cesare, de improviso, desabotoa sua camisa e mostra com ufania um escapulário franciscano cor marrom. Quer dizer, já era um terceiro franciscano aquele que oficialmente ainda era anticlerical!

Depois viajou para Lourdes. Daí mandou uma carta para seu primo descrevendo suas impressões: “Em Lourdes tudo é milagre! Se leva uma vida de Paraíso. Tudo é caridade de bom samaritano. Todos os padres pregam a alta voz. Que corais! À noite, diante da Basílica, estavam 50.000 pessoas cantando o Credo! Não conheço nada que possa ser mais tocante!”.

Quando chegou a Montiglio seu repouso foi perturbado. No jornal ateu “Avanti” a epígrafe de uma notícia dizia: “Um maçom em Lourdes”. Aí se falava a respeito dele, insultando-o e pedindo que seja severamente punido.

Voltou precipitadamente a Gênova. E numa tarde, no momento exato em que saía de casa para participar de uma sessão da sociedade secreta, à qual não tinha sido convocado, o carteiro lhe entrega uma carta… do Padre Pio! Ele abriu imediatamente e encontrou só a seguinte frase: “chegou a hora de combater de peito descoberto”.

Então Cesare Fiesta se apresentou à reunião da seita e entrou um documento ao Grão Mestre anunciando-lhe sua irrevogável decisão de sair definitivamente dessa sociedade tenebrosa*.

* Domenico Argentieri, “La prodigiosa storia di Padre Pio”, Tarantola editora, Milano, 1951, pp. 108-110.
Fonte: Padre Pio – vida, milagres e orações de Giovanni Cavagnari

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