“Será que o motorista ainda está vivo? Será que nosso caminhão foi roubado?… Depois de rezar o Terço da Misericórdia nossa aflição chegou ao fim”

“Será que o motorista ainda está vivo? Será que nosso caminhão foi roubado?… Depois de rezar o Terço da Misericórdia nossa aflição chegou ao fim”

Nosso Senhor disse a Santa Faustina: “tudo aquilo que pedirdes através do Terço da Misericórdia Eu concederei”.

Jesus, o Rei e Salvador de nossas vidas, está sempre conosco, esperando nossa oferta de amor na forma de um agradecimento, de um pedido, do reconhecimento de uma fraqueza, de uma consagração de nossa parte à fé que nos legou pela Santa Igreja Católica.

Ainda que episódios de espera e dúvida permeiam nosso caminho, Ele nos ampara e Se mostra na hora H.

Foi o que aconteceu ao casal José e Ana Ribeiro, de Juína, no Mato Grosso, que ante uma perda quase certa clamaram a Deus com o Terço da Misericórdia e encontraram a resposta para um dilema que se arrastava por mais de três meses. Já passou por algo parecido? Confira:

“Eu e meu marido tínhamos um caminhão para transporte de carga, assim ganhávamos a vida, mas estávamos com muitas dívidas para pagar.

“Certo dia, o motorista que contratamos foi para Roraima e lá ficou por aproximadamente três meses, sem nos mandar o dinheiro mensal e sem dar qualquer notícia do que havia acontecido.’

‘As contas pendentes só aumentavam. Telefonávamos diversas vezes para o motorista a fim de saber o seu paradeiro, e nunca o encontrávamos.

“Meu esposo já não dormia à noite de tanta preocupação, porém, todos da família rezávamos a Deus para que nos tirasse daquela aflição enorme.

“Afinal, tínhamos ido à falência, ou não? O motorista ainda estava vivo, ou não? Ainda tínhamos o caminhão, ou não?’

“Até que, passados uns 100 dias, em uma tarde, pegamos o Terço da Misericórdia para rezar, e em seguida tentamos contato novamente com o motorista. Para a glória de Deus, ele finalmente atendeu o telefone e nos avisou que pegaria a estrada de volta de Roraima no dia seguinte.’

‘Três dias depois ele chegou, nos devolveu o caminhão e nos pagou tudo o que devia. Então meu esposo e eu negociamos o veículo e obtivemos o dinheiro que precisávamos, graças a Deus, e pusemos as contas em dia”.

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