O demônio não queria que eu visse o Pe. Pio


“Eu devo confessar que eu não queria ir lá, o demônio não queria que eu fosse lá. “O inferno inteiro estava no trem que me levava a San Giovani Rotondo. Lembro-me que o trem estava super lotado. 

“O meu compartimento estava vazio enquanto que o trem estava lotado, e as pessoas abriam a porta do meu compartimento, não me olhavam mas olhavam o banco da direita e da esquerda como se houvesse gente. E então ele me deu a explicação: o demônio estava ali porque não queria que eu fosse lá. 

“E então ele me disse: ”Ouça, amanhã eu te espero às 9 horas, eu tenho muita coisa para te dizer”. 

“No dia seguinte, às cinco horas da manhã, quinze para as cinco, eu subi para a igreja do Convento. Tinha ali gente que se amontoava na porta, que recitava o terço numa velocidade vertiginosa, até o momento em que, às quinze para as cinco, ouviu-se um barulho de chaves, a porta da capela abriu-se com força, e aquelas pessoas entraram como loucas para dentro. 

“Eu estava espantado, desagradado, até mesmo escandalizado. Eu nunca tinha visto gente entrar daquele jeito numa igreja; e quando eu entrei depois, eu vi que toda aquela gente estava junto de um pequeno altar lateral, pois era ali que o Padre Pio devia celebrar a Missa. 

“Eles tinham conquistado arduamente os lugares em volta da mesa de comunhão, amontoados ali, e as fisionomias estavam estáticas. 

“E o Padre Pio veio então finalmente celebrar essa Eucaristia, de uma forma absolutamente extraordinária.”

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