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Confissão: “Para lavar um coração é necessária uma chuva de lágrimas”

Padre Pio no confessionário onde dedicava-se longas horas ao Sacramento da Confissão.

Enquanto observava a fila das mulheres que pretendiam se confessar com o Padre Pio, Maria Winowska, jornalista católica que mais tarde escreveria o livro II vero volto di Padre Pio, ouviu forte a janelinha do confessionário, aos gritos de “vá embora, vá embora, não tenho tempo para você”. Padre Pio endereçava estas palavras a uma senhorita loira, que se afastava aos prantos.

Desconcertada, Winowska procura o frade porteiro da igreja.

– Como é possível que ele mande embora os penitentes deste jeito? Suas maneiras são rudes demais.

– É que – explica ele, cheio de indulgência – o Padre Pio lê as consciências e manda embora as pessoas mal preparadas.

– E se elas não voltarem mais?

– Não se preocupe. Não as mandaria embora se não soubesse que voltarão depois. Para lavar um coração é necessária uma chuva de lágrimas. Um bom médico não hesita em usar o bisturi.

– Então esta moça… – insiste Winowska.

– Fique tranquila. Ela talvez tenha vindo movida pela curiosidade. Com muitas delas acontece assim. Padre Pio o sente. Não quer que venham confessar-se para o ver. Isto não é confissão! Dentro de dois ou três dias, esta moça voltará preparada. O Padre certamente já rezou por ela. Mas a graça precisa de algum tempo para agir.

Conforme o testemunho dos que o conheceram, negava a absolvição mais do que qualquer outro padre. Pelo menos trinta por cento dos penitentes – segundo o biógrafo Nello Castello – eram mandados embora sem absolvição.

Por que fazia isto?

Sobretudo pelo perigo das Comunhões sacrílegas. De resto, qualquer negligência que significasse desrespeito ao Santíssimo Sacramento era tomada muito a sério.

Assim, genuflexões apenas esboçadas, conversas na igreja, visitas rápidas a imagens de santos, com esquecimento do Rei, postura desrespeitosa diante do sacrário, eram a seus olhos faltas sérias, pois denotavam ausência de fé e de amor naquele que, por amor, quis tornar-se o Divino Prisioneiro dos homens.

Fonte: Livro Padre Pio – O Santo do Terceiro Milênio de Olivo Cesca  

*    *    *

Em cada história aprendemos um ensinamento diferente do Padre Pio.

Como podemos agradecer a São Pio de Pietrelcina por todas suas obras, milagres e exemplos de Fé e Amor ao Nosso Senhor?

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Como?

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