
Em um tempo em que as referências espirituais deveriam servir de farol para uma sociedade desorientada, certas atitudes geram profunda tristeza e perplexidade.
Quando aqueles que foram consagrados ao altar e aos votos de santidade se expõem a situações de irreverência e descontração inadequada em público, desvirtua-se a essência da vocação.
A batina e o hábito não são vestimentas comuns; representam a renúncia ao mundo e a consagração total a Deus.
É fundamental buscar o resgate da reverência, do temor e do respeito pelas coisas sagradas, pois a perda do senso do sagrado é um dos sinais mais dolorosos da decadência espiritual dos nossos dias. O mundo precisa ver nos religiosos o reflexo de Cristo, e não a busca por entretenimento ou comportamentos que enfraquecem o testemunho da fé.
Que este momento sirva de alerta e reflexão para que se ore fervorosamente pela santificação do clero e das almas consagradas.




