Quando um ateu pediu fogo ao céu… e o céu respondeu

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Perdido na dor de uma tragédia, um pai se exila do mundo para idolatrar o filho morto. Mas o improvável acontece: um milagre, um abraço e o retorno à casa do Pai.

Um pai ferido pela morte e um incenso para um altar pagão

Era um homem culto. Professor. Mas diante do corpo sem vida do filho de cinco anos, Luciani perdeu o que ainda o ligava à razão.

Em vez de ajoelhar-se diante do Crucifixo, ajoelhou-se diante das brasas, acendendo incenso todas as manhãs numa cabana solitária — numa espécie de culto ao filho morto.

Na alma, o abismo. Nos olhos, o desespero. No coração, um grito abafado: “Por quê?”

Durante um mês inteiro, esse pai transformou o luto em ritual. Peregrino de si mesmo, caminhava sem rumo pelas montanhas da Itália, alimentado pela piedade dos pastores que cruzava. 

Mas dentro dele só havia desejo de morrer — e de continuar amando o filho de um modo doentio, como se ainda pudesse trazê-lo de volta com aquele incenso queimado na solidão.

O encontro com um pastor que mudou tudo

Foi então que surgiu Horácio. Um pastor como tantos outros, mas que carregava nos olhos algo diferente: esperança. Ele não ridicularizou a dor de Luciani. Não lhe deu sermões. 

Apenas o convidou a voltar para casa. Para os braços da esposa. Para o outro filho que ainda vivia. Para a vida.

E, finalmente, para algo que até aquele momento parecia impossível: a vontade de Deus.

Horácio falou-lhe de um frade que morava em San Giovanni Rotondo

Um estigmatizado. Um homem de Deus que era capaz de entender a dor dos que sofrem o peso da perda. Seu nome: Padre Pio.

Luciani, num primeiro impulso, respondeu o que muitos dizem com orgulho amargo: “Sou ateu.”

Mas Deus, que é Pai, não se escandaliza com as rebeldias de um filho machucado.

Um fogo que não vinha do fósforo

Na manhã seguinte, Luciani tentou, mais uma vez, acender o carvão para queimar seu incenso. Mas não havia fósforos. Nada. Apenas a vontade de repetir o ritual.

Numa súplica quase absurda, clamou:

“Padre Pio, me ajude!”

Foi então que o milagre se insinuou. Os carvões se acenderam sozinhos.

Sozinhos?

Não. Nunca é “sozinho” quando um coração ferido se abre, mesmo que por orgulho ou teimosia, a um homem de Deus.

Luciani desmaiou.

O retorno que lembrou uma parábola

Ao acordar, não voltou à estrada da solidão. Voltou para casa.

Recebido com lágrimas e abraços, disse à esposa: “Prepare minha mala. Vou visitar o Padre Pio.”

Chegou ao convento sem saber o que esperar. E ali, como se tudo já estivesse escrito, o santo lhe disse:

— “Volte daqui a 15 dias. Ainda não está pronto.”

Obedeceu.

E, duas semanas depois, voltou. Dessa vez, foi recebido com um sorriso e um abraço. Um abraço forte, quente, como o de um pai que reencontra o filho desgarrado.

Luciani caiu de joelhos. E ali, confessando-se, reencontrou algo que os rituais da dor nunca lhe deram: a paz.

A aplicação silenciosa para cada um de nós

Talvez você nunca tenha perdido um filho. Mas quem nunca chorou uma perda? Quem nunca quis fugir para longe da realidade? Quem nunca sentiu que a vida deixou de fazer sentido?

A história de Luciani é o espelho do drama humano. Podemos tentar buscar alívio em filosofias, rituais vazios, ou na recusa de Deus. Mas nada substitui o abraço do Pai.

E, como tantas vezes vimos na vida do Padre Pio, Deus permite que os filhos se afastem… só para depois tê-los de volta com ainda mais amor.

Ele não rejeitou o ateu. Não o condenou por idolatrar o filho morto. Esperou-o com paciência, preparou-o com sabedoria e acolheu-o com ternura.

É assim que Deus age. Com misericórdia. E com precisão.

***

Quem nunca sentiu que a vida perdeu o rumo?

Que tal viver sob o cuidado de Padre Pio — um santo que nunca abandona um filho e enche o coração com uma paz que o mundo não pode dar?

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