O que um terço de 10 metros nas margens de uma rodovia revela sobre a guerra invisível que você está perdendo.

O asfalto da BR-277 ferve sob o sol, e o ruído dos caminhões engole qualquer tentativa de silêncio.
No banco do carro, o brilho frio da tela do celular hipnotiza o motorista com notícias de desgraças e futilidades.
De repente, o olhar é arrancado da distração: dez metros de contas azuis flutuam contra o céu de Guarapuava.
Conforme noticiado pela Tribuna do Paraná, o maior terço suspenso do estado acaba de ser inaugurado no Ramal 1, próximo à ponte do Rio das Mortes.
É um choque necessário. O que faz um símbolo sagrado de dimensões monumentais fincado no meio da rota do comércio e do cansaço? Será que ainda temos coragem de admitir que precisamos de proteção?
A Ousadia de Marcar o Território
Este novo atrativo do turismo religioso não é apenas um monumento para fotos bonitas. A estrutura, que levou dois meses para ser adaptada sob medida para o local, é uma declaração de posse.
Em um mundo que tenta esconder a Cruz, erguer dez metros de Rosário é um ato de resistência espiritual.
Guarapuava agora ostenta um lembrete físico de que o céu não está vazio. Cada conta azul daquele monumento grita que a Santíssima Virgem não é uma recordação distante, mas uma Mãe que monta guarda sobre o trajeto dos Seus filhos.
Quem passa pelas margens da rodovia e faz o sinal da cruz entende, ainda que instintivamente, que a vida é mais do que chegar ao destino. Onde o sagrado é visível, o mal hesita em dar o próximo passo.
A beleza do monumento é o primeiro golpe contra o desespero do homem moderno.
A Arma que o Inferno Teme
Imagine um homem chamado Roberto. Ele dirige há dez horas, o coração apertado por dívidas e o casamento por um fio. Ele olha para aquele terço gigante e lembra do barulho das contas de madeira que sua avó segurava no escuro da sala, sob a luz fraca de uma vela.
Roberto estaciona. Ele lê na notícia que não há um modelo padrão para essa estrutura no Brasil; tudo foi feito do zero. Ele percebe que sua fé também precisa ser reconstruída.
O Rosário não é um enfeite; é a arma mais letal já entregue à humanidade para esmagar a cabeça da serpente.
Cada “Ave-Maria” é um disparo de luz contra as sugestões de pecado e desânimo. Se aquele terço de metal e resina impressiona os olhos, o terço rezado com fervor faz estremecer as estruturas do inferno.
O inimigo odeia o Rosário porque ele é o chicote que o expulsa de nossas casas.
O Treinamento dos Fortes
Muita gente trata a vida espiritual como um hobby, mas o pecado não tira férias. O Rosário é o treinamento diário que mantém a alma em estado de alerta contra as ciladas do demônio.
Ao percorrer os mistérios da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo, saímos do centro do mundo para colocar Deus no lugar que Lhe pertence. Não existe proteção real fora da amizade com o Criador.
Quem reza o terço todos os dias cria uma armadura invisível. As balas da tentação ricocheteiam. O cheiro de cera das capelas e o frescor da graça substituem o mofo do vício e da tristeza profunda.
Aquele que segura o Rosário nunca está verdadeiramente sozinho na batalha.
O Convite para a Vitória
A estrutura em Guarapuava exigiu ajuste individual de cada peça. Sua vida espiritual também exige esse cuidado, oração por oração. Não espere um desastre para procurar o socorro de Nossa Senhora.
A proteção que você busca para sua família não virá de algoritmos, mas de joelhos dobrados. Hoje, não fique só na admiração pela notícia do jornal. Dê um passo real para fora da mornidão espiritual.
Segure sua arma e comece a rezar agora mesmo.
“Santíssima Virgem, que este sinal visível em nossas terras desperte em meu coração o desejo de rezar o Rosário com fidelidade, para que eu seja protegido de todo mal. Amém.”
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