Eles querem crucificá-Lo de novo: a missa negra no coração da América

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on facebook
Share on twitter
Share on email

Uma afronta à presença real de Cristo na Eucaristia choca fiéis: satanistas roubam hóstias consagradas para profanação pública. O que isso revela sobre os tempos em que vivemos?

Um crime invisível, mas de proporções eternas

O que sentir ao saber que Satanás tem nome, rosto e pretende realizar sua liturgia invertida com o Corpo de Cristo entre as mãos? Não num beco escondido, mas em pleno Congresso do Kansas, nos Estados Unidos. 

O arcebispo Joseph F. Naumann, de Kansas City, não teve dúvidas: recorreu à Justiça. A petição, movida no Tribunal Distrital do Condado de Leavenworth, denuncia que hóstias e vinho consagrados foram roubados por membros da organização “The Grotto Society”, que planejam realizar uma missa negra pública, em 28 de março.

Os nomes dos profanadores aparecem com naturalidade na petição judicial: Michael T. Stewart (que se autodenomina “Simon Satanas”) e Travis L. Roberts, presidente e vice da tal sociedade. 

Declaram abertamente, nas redes sociais, que já possuem o que há de mais sagrado para os católicos: a própria Presença Real de Nosso Senhor Jesus Cristo. A página do evento é clara: seu objetivo é ver “Deus cair” e “o Kansas abraçado pela chama negra de Lúcifer”.

Estamos assistindo ao escárnio do Calvário reeditado

Há tempos nos acostumamos à blasfêmia disfarçada de arte, ao deboche contra a fé cristã nos palcos, nas escolas, nas universidades. Mas este caso ultrapassa todos os limites: é a própria Eucaristia — Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus — que se torna alvo de profanação pública, com data e local marcados. É o escárnio da Sexta-feira Santa que retorna, agora não com lanças e escarros, mas com marketing, redes sociais e linguagem de evento.

Seria exagero dizer que vivemos uma nova Paixão de Cristo? Não, pois se a Igreja é o Corpo Místico, então os golpes contra a Eucaristia atingem diretamente o próprio Redentor.

O silêncio cúmplice do mundo e a indignação dos justos

Imagine se se tratasse de livros sagrados de outra religião sendo queimados publicamente. Ou símbolos de qualquer outra crença sendo tratados com tanto desprezo. O escândalo seria mundial

E, no entanto, contra a Eucaristia — onde está presente o próprio Deus — quase não se ouve protesto. A grande mídia silencia, as autoridades fingem normalidade.

Mas há ainda quem não suporte este silêncio. Há bispos como Naumann, que entende que uma afronta à Eucaristia é uma afronta a toda a Igreja. Há fiéis que sentem no coração a dor de Maria aos pés da Cruz. E há santos — como Padre Pio — que viveram para reparar estas ofensas.

Padre Pio dizia: “Se as pessoas soubessem o que é a Missa, a Eucaristia, morreriam de amor.” O oposto também é verdadeiro: se os satanistas se interessam tanto por uma hóstia, é porque ali está, de fato, algo real — algo divino — que eles odeiam e desejam profanar.

A justiça humana pode muito pouco… Mas o Céu tudo vê

Ao entrar com uma petição civil, o arcebispo fez o que lhe cabia diante das leis humanas. Mas sabemos: nenhuma lei dos homens é suficiente para conter a fúria dos demônios. O que está em jogo aqui não é apenas uma disputa legal. É uma batalha espiritual de proporções imensas.

Padre Pio sabia disso. Durante décadas, travou pessoalmente combates místicos contra Satanás. Sofreu espancamentos noturnos, visões aterradoras e investidas infernais — tudo por sua fidelidade à Eucaristia. Quando perguntavam por que ele celebrava com tamanha intensidade, respondia com lágrimas nos olhos: “Porque Ele está aqui!”

E nós? Onde estamos nesta batalha?

Não podemos assistir passivos ao Corpo de Cristo ser violentado. A Igreja não é um museu de ritos sagrados esquecidos. Ela é o Corpo vivo de Nosso Senhor. Se Ele é ultrajado, nós também o somos. Se Ele sofre, devemos estar com Ele.

Nosso tempo exige católicos vigilantes. Não bastam orações mornas, missas de domingo e promessas vagas. É hora de reparação. De amor ardente. De confissão. De joelhos com nossos rosários. Em adoração. Fazendo vigílias. 

Nossa Senhora de Fátima alertou: “Muitos se perdem porque não há quem reze por eles.” E mostrou aos pastorinhos — inclusive aos mais pequenos — a realidade do inferno. Não como símbolo, mas como fato. Será que precisamos de mais sinais?

Um gesto concreto para hoje

Diante dessa afronta, cada católico pode fazer algo. Não é necessário estar no Kansas, nem ser bispo. Pode-se rezar uma hora de adoração reparadora, oferecer um jejum, fazer uma confissão com o coração contrito, rezar o terço com mais fervor, ensinar um filho a amar a Missa, divulgar esta história para despertar consciências. Cada ato de amor repara mil ofensas.

A cruz se ergue mais uma vez, e o mundo assiste. Mas quem estiver com Maria, ao lado da Cruz, mesmo em lágrimas, não será vencido.

***

Cristo está vivo na Hóstia Consagrada — e o mundo tem ignorado ou zombado desse mistério com frieza e indiferença.
É hora de reparar, de amar, de se ajoelhar em adoração.

Clique aqui e acenda uma vela na Capelinha do Padre Pio em sinal de amor e reparação ao Santíssimo.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Inscreva-se grátis

para receber os melhores conteúdos e orações

Últimos Posts

Abrir bate-papo
Olá, gostaria de falar com a Associação Regina Fidei?