O que aconteceu diante do Capitólio do Kansas não foi apenas um confronto entre manifestantes. Foi um duelo entre Céu e inferno. E o resultado vai te deixar sem palavras.
A investida do inferno num lugar de poder
Era 28 de março. O frio cortante no Kansas parecia querer anunciar que algo incomum se aproximava. Dentro do edifício do Capitólio, não estavam sendo planejadas leis ou tratados políticos.
Um grupo chamado Satanic Grotto tinha solicitado espaço para realizar uma “missa negra”. Sim: um ritual profano, dentro do centro simbólico do poder público.
Os inimigos da Cruz sabiam o que estavam fazendo. A intenção era clara: zombar da Missa, blasfemar contra o Santíssimo Sacramento, ofender abertamente Nosso Senhor Jesus Cristo… tudo sob o manto da “liberdade de expressão”.
E se não fosse pela ação de católicos vigilantes, isso teria acontecido.
Quando a fé se levanta, o inferno recua
A Sociedade Americana para a Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP) (veja aqui fotos do acontecimento) agiu com a firmeza que a gravidade do caso exigia.
Organizou petições em massa, que reuniram quase 100 mil assinaturas. O recado à governadora do estado, Laura Kelly, foi direto: não permitam que o inferno se instale sob o teto das autoridades públicas.
A governadora voltou atrás. A permissão foi revogada. Mas os satanistas ainda teriam autorização para realizar sua blasfêmia do lado de fora do Capitólio.
Mesmo assim, os católicos não se calaram.
O homem que se lançou sobre a multidão
Os filhos das trevas já estavam reunidos diante do Capitólio. Com gritos vis e palavras que fariam corar um pagão, gritavam: “Cristo está morto!”. Em resposta, o povo católico, reunido em oração, respondia com hinos de adoração: “Cristo é Rei!”.
Foi então que um ato absolutamente sacrílego aconteceu: o líder do grupo satânico, segurando uma Hóstia consagrada, lançou-a ao chão e começou a pisoteá-la.
Num impulso que só pode ter vindo do Céu, um homem rompeu a barreira da multidão, correu até a Hóstia, ajoelhou-se em meio aos gritos, e a consumiu. Salvou o Corpo de Cristo da profanação.
Foi preso imediatamente.
Mas… aos olhos do Céu, quem foi algemado naquele dia?
A beleza da fé contra a feiura do mal
A profanação não parou por aí. Os satanistas conseguiram entrar no saguão principal do Capitólio, mentindo que não fariam rituais. E lá, novamente, blasfemaram. Outro católico corajoso tentou arrancar das mãos do líder o objeto ritualístico. Levou um soco no rosto e também foi preso.
Do lado de fora, um espetáculo de fé se desdobrava: estandartes vermelhos da TFP, faixas, cartazes, músicas de gaita e tambores, e a solene imagem de Nossa Senhora de Fátima sendo levada por quatro jovens.
Centenas de católicos de diversos estados se reuniram em oração. Quinze dezenas do Rosário, intercaladas por hinos. O coração do Kansas pulsava com Ave-Marias. Ali, onde o inferno quis se instalar, reinou a Rainha do Céu.
Uma vitória que vale mais do que manchetes
Alguém pode perguntar: “Mas eles não blasfemaram do lado de fora? Então venceram, não?”
A resposta é clara: não.
Primeiro, porque não agiram em segredo. Foram expostos. A vergonha caiu sobre suas cabeças.
Segundo, porque não pisaram no interior do Capitólio com sua liturgia demoníaca.
Terceiro — e talvez o mais importante — porque perceberam que não estão sozinhos em campo. Onde o mal se apresenta, os católicos se levantam.
Essa consciência é o que o demônio mais teme.
A cabeça da serpente foi esmagada
Francis Slobodnik, organizador do ato de reparação, resumiu com sabedoria:
“O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sempre nos lembrava que a cabeça do demônio foi feita para ser esmagada por Nossa Senhora. Foi exatamente isso que aconteceu hoje. O diabo levantou sua cabeça no Kansas, e os católicos fiéis a esmagaram imediatamente.”
Lembremos: o próprio Padre Pio dizia que, nos tempos que viriam, a luta espiritual se tornaria cada vez mais visível. Ele, que viveu os tormentos do inferno em seu corpo, sabia que a batalha se daria em praças, ruas e corações.
O que aconteceu no Kansas não é apenas um fato isolado. É o retrato de uma era. De um tempo em que os anjos e os demônios se enfrentam diante dos olhos do mundo. E de um tempo em que os filhos da luz não podem mais ser neutros.
Aplicando à vida: e se o Capitólio fosse a sua casa?
Talvez você pense: “Isso aconteceu lá fora, nos Estados Unidos”. Mas pergunte-se: quantas vezes o inimigo tenta entrar no “Capitólio” da sua própria alma, da sua família, da sua casa?
Quantas blasfêmias sutis — ou escancaradas — temos tolerado no silêncio?
Quantos ataques à fé passam em nossas telas, revistas, conversas, e simplesmente aceitamos?
O segredo da vitória no Kansas não foi só a coragem pública. Foi a convicção de que Deus tem o direito de ser adorado e defendido.
E, como disse o ex-congressista Tim Huelskamp durante a manifestação:
“Silenciar diante do mal é ser cúmplice do mal.”
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