Avisos de uma criança que viu o Céu

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Frases ditas em seu leito de morte revelam os castigos que pairam sobre o mundo e a única esperança para evitá-los

Em meio aos tormentos que marcaram seus últimos meses de vida, a pequena Jacinta, uma das videntes de Fátima, proferiu palavras que ainda hoje causam espanto, temor e profunda comoção.

Em 1919, enquanto seu corpo infantil definhava nos hospitais de Vila Nova de Ourém e depois em Lisboa, sua alma permanecia transbordante de graças sobrenaturais.

Não foram palavras comuns as que saíram de seus lábios, mas alertas carregados de verdade e gravidade, alertas que não podem ser ignorados.

Seria possível, por meios humanos, explicar a lucidez e a firmeza com que falava essa menina de apenas nove anos?

Só uma predileção sobrenatural de Nossa Senhora pode dar conta de tamanho prodígio.

“Quem te ensinou tantas coisas?”, perguntavam-lhe. 

E a resposta era silenciosa, mas evidente: era Nossa Senhora quem falava ao seu coração, quem lhe confiava segredos e dores que apenas os puros podem suportar.

Uma advertência sobre guerras e catástrofes

Jacinta não teve receio de anunciar o que viu e soube pela Mãe de Deus. Sobre a guerra, disse com firmeza:

“As guerras não são senão castigos pelos pecados do mundo. Nossa Senhora já não pode suster o braço do seu amado Filho sobre o mundo.”

Estas palavras impressionam por sua atualidade. Basta olhar ao redor: quantas nações em conflito? Quantas famílias despedaçadas? Quantas leis injustas aprovadas sob a bandeira da liberdade?

Não é preciso esforço para reconhecer que os pecados multiplicaram-se desde que Nossa Senhora apareceu em Fátima. E que clamam ao Céu por justiça.

Mais ainda, Jacinta afirmou, com a gravidade de quem fala movida pelo Céu, que quando os homens rejeitam a moral cristã, a sociedade entra em colapso.”

“Nosso Senhor está profundamente indignado com os pecados e crimes que se cometem em Portugal. Por isto, um terrível cataclismo de ordem social ameaça o nosso País e principalmente a cidade de Lisboa.”

A capital, que já naquela época se afastava das leis divinas, foi retratada por ela como destinada a se converter numa “verdadeira imagem do inferno.”

Estaria ela se referindo a eventos já passados? Ou àqueles que ainda estão por vir? 

A prudência e o bom senso mandam considerar ambas as possibilidades. A história não é cíclica, mas as consequências dos erros humanos, essas sim, se repetem.

Penitência, emenda e esperança

Mas Jacinta não falou apenas de castigos. Em sua profética simplicidade, ela também deixou claro o caminho da misericórdia:

“É preciso fazer penitência. Se a gente se emendar, ainda Nosso Senhor valerá ao mundo.”

Eis o apelo de Fátima que chega a nossos dias: a necessidade urgente de mudança de vida, de conversão sincera, de retorno à graça.

Quantas vezes se espera uma solução política, uma reforma social, uma liderança salvadora. E e se esquece do essencial: a emenda de vida!

Advertências contra a corrupção dos consagrados

No leito de sofrimento, Jacinta dirigiu súplicas por aqueles que deviam ser os guias do povo de Deus.

Com os olhos voltados ao Céu e o espírito iluminado, dizia:

“Peça muito pelos Padres! Peça muito pelos Religiosos.

“Os Padres só deviam ocupar-se das coisas da Igreja.

“Os Padres devem ser puros, muito puros.”

Em tempos de escândalos e tibieza, essas palavras são como um raio de luz que desnuda a realidade.

Não há reforma verdadeira na Igreja sem santidade no clero. Não há salvação das almas sem pastores fiéis à sua missão.

A infidelidade dos consagrados pesa terrivelmente sobre a Igreja e o mundo, e Jacinta sabia disso. Acrescentou ainda:

“A desobediência dos Padres e dos Religiosos aos seus Superiores e ao Santo Padre ofende muito a Nosso Senhor.”

Com que clareza essa menina enxergava o mal da rebelião dentro da própria casa de Deus!

Que advertência para nossos dias, onde a confusão e a desobediência grassam até nos altos escalões!

Perseguição à Igreja e castigos sociais

Jacinta também não se calou sobre a relação entre os governos e a Religião. Disse com firmeza:

“Ai dos que perseguem a Religião de Nosso Senhor!  Se o governo deixasse em paz a Igreja e desse a liberdade à Santa Religião, era abençoado por Deus.”

Quantos regimes se opõem abertamente ao que é sagrado?

Quantas leis ferem diretamente os princípios divinos? 

Quantas campanhas difamatórias contra a fé católica?

As advertências de Jacinta continuam atual e cortante: os que perseguem a Igreja não escapam da justiça divina.

O que fazer agora?

Este é um apelo do Céu, urgente, ignorá-lo seria fechar os olhos à própria salvação.

As palavras de Jacinta, à luz da Mensagem de Fátima, são uma convocação à ação: oração, penitência, fidelidade. É necessário que mais almas conheçam e vivam estas verdades.

Não podemos permanecer indiferentes. Este apelo do Céu exige uma resposta pessoal e imediata de cada um de nós.

***

As palavras de Jacinta ainda ecoam como um clamor do Céu: reparem, rezem, consolem o Coração de Nossa Senhora.

Inclua seu nome na MISSA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA e peça proteção para sua fé, sua casa e sua família.

Ligue 0800 006 1223, se estiver no Brasil ou 707 502 677, caso esteja em Portugal.

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