🇵🇹 Portugal será julgado pelo que Você Fizer no Próximo Domingo

Neste domingo, a omissão também vota.

No próximo domingo, 18 de janeiro, Portugal irá às urnas para escolher o seu próximo presidente.

Mas, para além do resultado eleitoral, há uma questão mais profunda em jogo: qual será o lugar da fé na vida pública do país nos próximos anos.

Estas eleições não se resumem a programas de governo ou estilos de liderança e revelam um dilema que atravessa a sociedade portuguesa:

A fé continuará a ser reconhecida como parte legítima da identidade nacional ou será progressivamente empurrada para a margem, tratada como algo inconveniente ou retrógrado?

Nesse cenário, cresce a percepção de que a neutralidade é apenas aparente.

Quando os que partilham determinados valores se calam, as decisões acabam por ser tomadas por outros; não necessariamente por maioria moral, mas por ausência de resistência.

O lugar da fé na vida pública portuguesa

Portugal nasceu sob o sinal da fé católica. Ao longo da sua história, essa herança não se limitou a símbolos ou tradições culturais.

Dom Afonso Henriques fundou Portugal em 1143, sonhando com uma nação erguida sobre os princípios da fé católica.

Séculos depois, Dom João IV restaurou a independência e entregou o país a Nossa Senhora da Conceição, reconhecendo que somente sob a sua proteção Portugal teria futuro.

Já no final do século XVIII, Dona Maria I consagrou Portugal ao Sagrado Coração de Jesus, afirmando publicamente a convicção de que, sem Ele, a nação não se sustentaria.

O esquecimento dessa consagração, porém, tem consequências concretas.

Quando a fé é relegada ao espaço privado, quem sofre primeiro são as famílias, os filhos e a vida cotidiana do povo, especialmente nos ambientes onde a pressão cultural se torna mais intensa.

O medo de dizer “sou católico”

Um testemunho recente ilustra essa realidade.

O Sr. Miguel, profissional ativo no mercado de trabalho, relata algo que inquieta:

“Sabe, eu cresci a ir à catequese. A minha avó rezava o terço todos os dias.

Hoje, no meu trabalho, tenho medo de dizer que sou católico e que me chamem retrógrado.

O meu chefe disse, na semana passada, que ‘a religião é o ópio do povo moderno’. E ninguém disse nada.”

O episódio levanta uma pergunta incômoda: quantos “Miguéis” existem atualmente em Portugal?

Quantos mantêm a fé no íntimo, mas aprendem que a expressar publicamente pode significar isolamento, constrangimento ou prejuízo profissional?

Quando até pessoas bem formadas e convictas optam pelo silêncio, a pressão cultural se intensifica.

O resultado é um ambiente em que muitos acabam por baixar a cabeça, não por falta de fé, mas por falta de sustentação comunitária.

A Escolha Fundamental: a fé ou o silêncio

O momento atual é um teste de maturidade cívica e espiritual.

Diante desse contexto, a responsabilidade não pode ser terceirizada nem adiada.

1. Rezando ao Sagrado Coração de Jesus (a quem Portugal foi consagrado) para que os portugueses escolham neste domingo um candidato com valores que atendam ao que Nossa Senhora pediu em Fátima.

2. Ajudando a Regina Fidei a manter o seu trabalho de apostolado no país, a fim de que a fé não seja reduzida a algo envergonhado ou marginal.

Faça aqui seu donativo agora mesmo.

3. Realizando uma verdadeira Cruzada em favor da Terra de Santa Maria, partilhando este artigo com amigos e conhecidos.

A história mostra que o medo tende a vencer quando os bons se retiram do espaço público. E o preço dessa retirada raramente é pago apenas por quem se cala, mas por toda a sociedade.

Vamos permitir que vença o medo que cala os bons e abandona aquilo que fez Portugal grande aos olhos de Deus?

Responda agora com uma ação concreta.

A sua decisão terá peso real sobre aquilo que será sustentado nos próximos anos da vida pública do país.

Uma resposta

  1. Rezemos para que O Sagrado Coração de Jesus, sob a intercessão de Nossa Senhora de Fátima, conduzam os portugueses nesta eleição tão importante para que Jesus seja sempre a Luz a apontar o caminho dessa nação que amamos.

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  1. Rezemos para que O Sagrado Coração de Jesus, sob a intercessão de Nossa Senhora de Fátima, conduzam os portugueses nesta eleição tão importante para que Jesus seja sempre a Luz a apontar o caminho dessa nação que amamos.

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