23 mil Rosary Rallies e o silêncio da mídia: o contraste entre a América profunda e a civilização descristianizada

Há fatos que, pela sua grandeza moral e espiritual, deveriam ressoar como um clarim em toda a Cristandade.

Um deles se deu na segunda semana de outubro quando, exatamente 23.090 Rosary Rallies — procissões públicas de oração do Rosário — tomaram praças, ruas e parques dos Estados Unidos, numa mobilização simultânea pela conversão do país e pela vitória do Imaculado Coração de Maria.

Em cada uma dessas praças, um pequeno grupo de fiéis simples, pais e mães de família, jovens e idosos, erguia o Rosário como estandarte e repetia com fé: “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte.”

O evento, coordenado pela associação America Needs Fatima, é realizado anualmente no sábado mais próximo de 13 de outubro, data do Milagre do Sol em Fátima (1917), quando cerca de 70 mil pessoas testemunharam o prodígio anunciado por Nossa Senhora.

Era a América ajoelhada diante do Céu — uma América que reza, suplica, confia.

E é essa mesma devoção que o Padre Pio desejava reacender em cada alma.

Se deseja redescobrir o poder espiritual do Rosário pelas mãos do Santo dos Estigmas, baixe gratuitamente o e-book “O Santo Rosário do Padre Pio”.

E, no entanto, um silêncio quase absoluto pairou sobre o evento.

A imprensa, sempre ávida por captar tumultos, protestos e palavras de ordem, não viu — ou preferiu não ver — esse espetáculo da fé que se desenrolava em mais de 23 mil locais.

Que contraste eloquente! Que símbolo dos tempos em que vivemos!

O contraste entre duas Américas

De um lado, essa América profunda e silenciosa, que ainda conserva o senso do sagrado, que acredita na Providência, que se ajoelha e reza.

Do outro, uma América ruidosa, superficial e materialista, que perdeu o gosto da oração e a capacidade de contemplar.

Entre ambas, o muro invisível erguido pela indiferença moderna, muro que a mídia, com sua cegueira seletiva, ajuda a erguer tijolo por tijolo.

Pois para o mundo descristianizado, o fato de milhares rezarem o Rosário não é notícia.

Mas se mil pessoas marcham clamando contra a moral cristã, isso se torna manchete.

Tal é o critério invertido de nossa civilização.

Um sinal de esperança em meio à apostasia

Os Rosary Rallies não são, pois, simples reuniões piedosas.

São atos de fé pública, pequenas procissões de fé, grãos de incenso subindo ao Céu em reparação pelos pecados do mundo moderno.

Cada grupo, por menor que fosse, tornava-se uma centelha de luz na noite moral de nossos dias.

Essas almas simples compreenderam — talvez melhor do que muitos doutos — que o futuro não se decide nos parlamentos nem nos laboratórios, mas nos corações que ainda sabem rezar.

E é com essa força invisível que se pode mudar o rumo da história.

A ausência de cobertura jornalística, longe de diminuir o valor do acontecimento, aumenta-lhe o mérito.

Pois o heroísmo da fé é mais puro quando não busca aplauso humano.

É a glória dos justos ignorados, daqueles que combatem sem serem vistos, e vencem porque creem.

O que a imprensa não compreendeu

O silêncio da mídia não é apenas uma omissão: é um sintoma.

Revela a distância crescente entre o espírito do século e o espírito do Evangelho.

A civilização moderna não sabe mais perceber o sublime no simples, nem o heroico no piedoso. Ignora o povo que reza porque já não entende o valor do que é sagrado.

Mas esses milhares de terços rezados em praças americanas são como martelos invisíveis batendo na porta de uma consciência adormecida.

São o testemunho de uma nação que, apesar de tudo, ainda acredita que Nossa Senhora de Fátima pode converter o mundo e fazer brilhar, sobre as ruínas da impiedade, o esplendor de um novo dia cristão.

O triunfo que começa no silêncio

Talvez os jornais não tenham noticiado.

Mas os Céus tomaram nota.

E, um dia, quando a História for julgada à luz de Deus, se verá que esse imenso rosário coletivo foi mais importante que muitas assembleias políticas, mais fecundo que muitos debates televisivos, mais decisivo que muitas cúpulas internacionais.

Porque ali estava o que o mundo moderno esqueceu: o homem de joelhos diante de Deus.

E enquanto houver quem se ajoelhe, a Civilização Cristã ainda vive.

Você também pode fazer parte dessa corrente silenciosa que sustenta o mundo.

Baixe agora o e-book “O Santo Rosário do Padre Pio. Una-se espiritualmente a essa multidão invisível que reza e oferece reparação.

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