A queda silenciosa que ameaça a alma da nação.

Durante décadas, o Brasil foi conhecido como “o maior país católico do mundo”.
A imagem era imponente: procissões lotadas, igrejas cheias, festas de padroeiros nas ruas, e até autoridades públicas que se declaravam “filhos da Igreja”.
Mas esse cenário está desmoronando diante dos nossos olhos. E quase ninguém está falando sobre isso com a seriedade que merece.
Recentes estatísticas divulgadas pelo IBGE confirmam o que muitos católicos atentos já percebiam nas paróquias vazias e nos altares abandonados: o número de católicos no Brasil caiu de forma vertiginosa.
De acordo com os censos do IBGE, na década de 1970, aproximadamente 91% a 92% da população brasileira se declarava católica.
Alguns levantamentos eclesiásticos da época chegam a estimar até 95% ou mais, e em certas regiões, até 99%.
Hoje, esse número gira em torno de 50%, e em algumas regiões já é inferior a isso.
Mas o drama é ainda mais profundo.
Não basta se dizer católico… é preciso viver como tal
É comum ouvir que “metade do Brasil ainda é católica”. Mas o que isso realmente significa?
A verdade é que apenas uma pequena fração dos católicos — estimada em somente 8% — frequenta a Santa Missa regularmente, confessa-se com frequência, reza o Rosário ou conhece o Catecismo da Igreja.
O catolicismo de muitos brasileiros tornou-se nominal, ritualista, ou relativista.
E onde está a consequência disso?
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No avanço de ideologias anticristãs.
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Na destruição da família.
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No abandono das vocações sacerdotais.
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E até mesmo na banalização da vida, do nascimento à morte.
Sim, o Brasil está espiritualmente doente. E não adianta esperarmos que governos ou instituições revertam essa crise. O combate começa dentro da alma de cada fiel.
Uma minoria fiel pode salvar a maioria
Mas nem tudo são trevas. Há algo novo — e profundamente esperançoso — surgindo no coração do Brasil: uma minoria católica que está se convertendo de verdade.
Pessoas que antes viviam afastadas da fé, hoje rezam o Terço diariamente.
Homens que zombavam da religião, agora lideram grupos de oração em suas casas.
Mulheres que viviam nas redes sociais, agora fazem vigílias em desagravo ao Imaculado Coração.
Estamos assistindo ao surgimento de uma geração católica convicta, penitente, apostólica. E esses católicos fervorosos serão, sem dúvida, os apóstolos do Brasil de amanhã.
Prova disto são os testemunhos de:
- Padres e bispos sobre jovens que se confessam, fazem adoração e querem a doutrina sem diluições;
- O aumento do interesse por santos como São Padre Pio, Santa Teresinha, São Luís de Montfort em redes sociais;
- Os dados de editoras católicas sobre o aumento da venda de livros devocionais tradicionais.
Você também sente esse chamado? Então não o ignore.
Responda como tantos outros já fizeram: tornando-se membro do grupo Missionários de Fátima.
Ligue agora para 0800 878 2256 (Brasil) ou 707 502 677 (Portugal).
É preciso reagir. E você faz parte disso.
Diante dessa crise, a pergunta que se impõe é simples e urgente: o que você está fazendo para mudar essa realidade?
Porque, meu caro amigo, minha cara amiga, o tempo das multidões mornas acabou.
O Céu está buscando almas generosas, que abracem o dever de evangelizar como verdadeiros Missionários de Fátima.
É um apelo de Nossa Senhora para despertar os católicos adormecidos, ensinar a fé verdadeira, propagar o Rosário e restaurar os lares católicos.
Seja pelo WhatsApp, seja pelas redes sociais, seja em sua paróquia ou no silêncio da sua casa. Você pode ser um instrumento de salvação para muitas almas.
Junte-se agora aos Missionários de Fátima!
Ligue agora para 0800 878 2256 (Brasil) ou 707 502 677 (Portugal).
Nosso país está sofrendo. Nossa Igreja está sendo esvaziada. Mas Nossa Senhora ainda caminha entre nós. Ela procura corações dispostos a servi-La.
O Brasil já foi o maior país católico do mundo. Está nas suas mãos ajudá-lo a ser também o mais fiel.
E que, um dia, o Céu possa dizer: “esses foram os filhos de Fátima, que não se calaram enquanto o mundo esquecia Deus.”





