Em abril de 1959, Padre Pio esteve à beira da morte. Mas algo extraordinário aconteceu. Uma intervenção invisível, vinda de Fátima, mudou tudo — e deixou um recado para nós, ainda hoje.

Um corpo exausto, mas uma alma de aço
Era abril de 1959.
Padre Pio, então com 71 anos, parecia próximo do fim. Seu corpo já martirizado pelas chagas, pelo jejum rigoroso e pelas noites de insônia causadas pelas investidas do demônio, enfim sucumbia a uma violenta broncopneumonia agravada por pleurisia. Respirar doía. Tossir era como quebrar as costelas.
Três punções dolorosas no pulmão foram necessárias — e isso numa época em que a anestesia era quase simbólica.
O frade capuchinho, que comia apenas um prato simples por dia e sangrava continuamente pelas chagas, estava sendo vencido pela enfermidade.
Aos olhos da medicina, era o fim. Mas não foi.
Uma intervenção silenciosa de Nossa Senhora
No dia seguinte à celebração do 13 de maio — data da primeira aparição de Nossa Senhora em Fátima — algo mudou. Sem explicação médica, sem alteração nos cuidados ou tratamentos, o quadro de Padre Pio começou a melhorar rapidamente.
Foi uma recuperação que confundiu os médicos e emocionou seus filhos espirituais. E muitos, inclusive na época, viram nesta cura um gesto direto de Nossa Senhora de Fátima — como se Ela mesma tivesse descido até San Giovanni Rotondo para prolongar a missão de Seu “filho estigmatizado”.
Talvez porque ainda houvesse muitas almas para salvar. Talvez porque o Céu quisesse reforçar, de forma visível, que o recado de Fátima ainda estava em curso.
O Céu usou Padre Pio para falar conosco
É impossível separar a missão de Padre Pio do chamado de Fátima.
Ambas as mensagens — a do Terço diário, da penitência, da reparação — estavam presentes no dia a dia daquele frade sofrido e combativo.
E talvez por isso Nossa Senhora o tenha mantido vivo: para que, com sua vida, ele fosse o reflexo do que Ela pediu aos pastorinhos — e a cada um de nós.
Essa cura misteriosa de 1959 não foi um simples milagre de saúde. Foi um recado:
“Ainda é tempo de conversão. Ainda há almas a salvar. A missão não acabou.”
E quanto a nós? Estamos à altura do chamado?
É natural pedir a intercessão de Padre Pio para nossas dores e enfermidades.
Mas talvez ele mesmo nos diga, do Céu:
- “Coragem! Ofereça sua dor com amor. Ofereça pela conversão de um filho, pela santificação do clero, pelas almas abandonadas.”
Hoje, mais do que curar, o que Padre Pio quer é nos ensinar a sofrer com sentido.
Ele quer transformar nossa cruz em arma de salvação. E quer que sigamos, com ele, fiéis ao pedido de Nossa Senhora de Fátima: rezar, reparar e amar com sacrifício.
Um apelo direto ao seu coração
Se esta história tocou você, não a deixe passar em branco.
O Céu nos deu mais tempo quando salvou Padre Pio em 1959. Agora, Ele pede algo em troca: sua fidelidade, seu amor e seu sacrifício.
A resposta que o Céu espera pode começar agora mesmo.
Torne-se um Filho Protegido do Padre Pio.
É por meio dessa entrega que você poderá incluir suas intenções nas Missas, acender velas de fé na Capelinha virtual e enviar seus pedidos diretamente ao corpo do Santo em San Giovanni Rotondo.
Padre Pio estendeu a mão — cabe a você segurá-la.
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Uma resposta
É maravilhoso ser Filha Protegida de Padre Pio. É maravilhoso oferecer dores, angústias, doenças e dificuldades para nossa santificação, pelo Papa, Clero, famílias, doentes, pelas Almas do Purgatório e conversão dos pecadores. Deus não desampara!!